quinta-feira, 18 de agosto de 2016

Fanfic: Destinada


Sinopse:
Você acredita em Destino?
Acredita que há algo no Espaço acima da nossa inteligência?
Lumina não acreditava até o Universo lhe provar o contrário.
Depois de demitida, tudo que era ruim acaba se tornando pior, fazendo-a questionar o motivo da sua existência, até em uma certa noite na Reserva da Floresta uma bola de fogo cortar o céu e cair entre as árvores. Curiosa, ela sai em busca de respostas sobre o que foi aquilo, até encontrar um desconhecido. Um cara completamente desnorteado e com um ferimento na testa.
Em um momento de loucura Luna leva-o para seu apartamento e cuida do seu ferimento.
Jurãn um rapaz com costumes completamente diferentes de uma pessoa normal, alega que naquele planeta (A Terra) está o guerreiro escolhido da Grande Estrela Steres que irá salvar Jertnus, um planeta desconhecido para os humanos, das garras do pior inimigo da Galáxia. Luna então se vê obrigada a ajudar o Visitante Intergalático em sua busca fascinante por um guerreiro que talvez nem exista.

Categorias: ficção, aventura, romance, história original
Autora: Brenda Trajano

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Prólogo: Ele estava armando algo.

Sempre armava estratégias que considerava imbatíveis para conseguir o que queria. Ele a queria.
Steres, a Grande Estrela. Ela era o motivo pelo qual ele não conseguia chegar ao seu objetivo. Ela era uma grande pedra no seu sapato.
Você não perde por esperar Steres, pensava consigo mesmo.
Em seu trono feito de Vitais, pequenos feixes de luz sólidos, ele se contorcia de ódio, é verdade, ainda existia ele. Aquele que por algum  motivo era forte. Mas ele não seria assim para sempre, se vingaria daquela família uma hora ou outra.
Com as mãos tremulas de ira, ele toca na cicatriz onde deveria ser seu olho direito. Sim ele se vingaria. Acabaria com todos em Jertnus que amassem aquela família e se recusassem a adorá-lo.
Ele chamou um dos seus servos jupundos.
O ser extremamente branco se aproximou como um fárol e se curvou defeituoso.
Argh, preciso melhorar minha magia se quiser que algum desses infelizes sirvam para alguma coisa.
Então um broto de sorriso surgiu, mas ele o apagou na mesma hora. Steres também serviria para aumentar seu poder.
-Chame os conselheiros. Tenho um plano, e dessa vez sinto que ele funcionará...
O servo concordou e saiu dali, deixando ele sozinho com mais um dos seus planos diabólicos.
Ele já havia dominado metade da Galáxia, não seria tão difícil assim acabar com um planetinha qualquer, mas sabia que estava se enganando. Enquanto não tivesse aquele maldito espírito de Estrela, nunca conseguiria ser o mais poderoso. Não era mais apenas uma questão de dominação, agora era uma questão de honra. Se ele não conseguisse o que queria, não se chamaria mais Jeturiãn.

Capítulo 1

Algumas pessoas diriam que acordam na maioria vezes com o pé esquerdo. Bom, então eu digo que nasci com dois pés esquerdos, ao invés de um. Minha maior vontade nesse momento é de estrangular o imbecil do meu chefe com sua gravata de bolinhas.
O que ele pensa que eu sou? Uma feiticeira? Para que quando o pneu da minha velha bicicleta estourar repentinamente, eu estalhe os meus dedos e um novinho apareça na minha frente?
-Entendi Seu Henrique, da próxima vez olho minha bola de cristal e ligo avisando que vou me atrasar. Agora se me der licença, preciso trabalhar.
Como se esse trabalho valesse alguma coisa.
Caminho até a coisa que chamo de mesa e ligo meu computador. Assim que a minha área de trabalho surge no visor, com ela surge uma nota enviada por ele. Cliquo na mesma e uma lista inacabável de tarefas se materializa na minha frente.
Diariamente eu me pergunto por que ainda trabalho nessa empresa por três simples motivos: A) O salário é péssimo; B) O emprego é ruim; C e mais importante) Aturar o barril de banha reclamar e reclamar. 
Sou tirada dos meus pensamentos pelo Trim do telefone da empresa. Ah é mesmo e D) Esse barulho é absolutamente infernal!
-Escritório Henrique Santos, bom dia.
-Eu quero falar com meu marido.
Como se meu dia não pudesse piorar...
-Vou comunicá-lo, aguarde por favor - Deslizo da cadeira desconfortável de rodinhas para longe da micro-mesa e caminho até a sala dele.
Bato levemente na porta, porém sem resposta entro na sala, esquecendo que Henrique estava ocupado:
-Saia daqui! - Grita tirando sua assistente de cima da mesa.
-Sem querer incomodar, sua esposa está na linha de espera. Deseja falar com o senhor.
-Diga que estou no meio de uma reunião e que ligo mais tarde.
Concordo com a cabeça e fecho a porta.
Lá vai eu ter que falar com a chifruda tagarela.
- Ele está ocupado agora, disse que fala com você depois.
-Henrique vive ocupado. Esse sim é um homem trabalhador.
Com toda a certeza ele trabalha muito com sua assistente, ou melhor, dentro dela.
-Quando você vai arranjar alguém pra você, Lumina? - Pergunta. Ela sempre pergunta a mesma coisa.
-Quando você deixar de bancar o cupido eu arranjo alguém. - Digo desligando logo em seguida. Merda!
Volto minha atenção para meu trabalho, respirando fundo contando até um milhão para aliviar o stress.
(&,^)/~
Diminui bastante a minha lista de tarefas até o almoço, foi quando Renata a assistente/amante do Henrique saiu da sala, ajeitando o pedaço de pano que ela chama de roupa:
-Estou tão cansada. - Diz se jogando na sua cadeira, que ainda por cima é mais confortável que a minha!
- Não tenho dúvida. - Falo com irônia.
O interfone começa a tocar avisando que o patrão está chamando. Levanto pela milésima vez e entro:
-Sim?
-Traga-me um café! - Ordena sem ao menos me olhar na cara.
-Não. - Respondo apertando os lábios, esperando o pior.
-Não? Você me disse não?
-Foi isso que você ouviu. Não sou sua empregada! E nem fui contratada pra isso. Que eu saiba esse é o dever da Renata não meu.
-Você sabe com quem está falando? - Pergunta levantando furioso da sua cadeira.
-Com um gordo preguiçoso - Cuspo. Cansei de servir de capacho, não foi pra isso que eu nasci.
-Escute aqui sua merdinha. Eu sugiro que você peça desculpas agora mesmo se não quiser ser demitida. E de joelhos!
-Não!
-Agora!
-Não sou a vadia da sua amante para você me tratar assim.
Giro com os calcanhares e caminho pisando forte até a porta.
Sempre gostei de ser independente e ter meu próprio dinheiro, minha mãe sempre me dizia : "Trabalhe e ganhe seu próprio dinheiro para não depender de homem algum."
O casamento dela com meu pai, não foi bem um conto de fadas. Ele foi embora de casa para morar com uma boneca de posto. Desde então tudo se tornou eu e minha mãe. Mas recentemente toda a carga foi posta nas minhas costas, já que ela morreu de câncer. Acabei não terminando a faculdade e sem dinheiro para pagar a casa onde moravámos, me mudei para o fim de mundo onde eu vivo atualmente. A cidade é rodeada por árvores e neve. Em geral é bom viver só,l com seu próprio apê e suas próprias regras. Tenho um mini apartamento próximo a reserva e nos dias de frio, que é geralmente o ano todo, costumo me sentar na velha poltrona da vovó, com uma xícara de chá e um livro. Até ano passado, dividia o apartamento com minha amiga, mas ela se casou e foi morar em um lugar mais quente para variar. Acho uma perda de tempo procurar a pessoa certa, já que nunca irá encontrá-la! Não me considero incrédula, sou apenas realista. Príncipe encantado não existe nesta Terra:
-Você está demitida! - Grita antes que eu feche a porta.
-Ótimo!
Sigo para minha mesa e desligo meu computador, pegando minha mochila e logo em seguida caminhando para o elevador. Passo pelos estandes dos outroa funcionários que me olham confusos. Devem pensar que já é hora da folga.
As portas metálicas do elevador já estão se fechando quando chego, mas por sorte, uma alma bondosa o segurou bem a tempo:
-Lumina? - A pessoa que segurou o elevador fala comigo e só depois percebo que essa pessoa era Paul.
Ah, que ótimo! Paul!
-E aí? - Pergunto olhando para o relógio imaginário no meu pulso apertando milhares de vezes o botão do térreo.
-Algo errado?
-Não! - Digo apressada. Esse troço não anda?
Sei que pareço má, só que é o Paul!
Ok, vamos recapitular: Há uns dois anos atrás eu entrei nessa empresa e conheci o Paul. Nos tornamos colegas de trabalho e costumávamos sair para beber, mas em uma infeliz noite acabamos exagerando e levei ele para o meu apartamento. Depois dessa noite tudo entre nós começou a ficar estranho, ele quis sair mais vezes e toda vez que estávamos próximos tentava segurar minha mão na hora do almoço ou na rua, mas cortei esse mal pela raiz dizendo que nada rolaria entre a gente. Só que Paul não entendeu ainda que não quero saber de relacionamentos, pois vem tentando me conquistar.:
-Achei um restaurante novo na cidade, quer ir jantar comigo?
Não falei?
-Parece legal, mas vou dispensar hoje. - Não só hoje, como sempre!
-Então te ligo.
Nota mental: Jogar o celular fora e dizer que perdeu.
Finalmente a porta se abre e saio praticamente correndo até o estacionamento procurando por minha bicicleta velha. Para a infelicidade de todos, principalmente dos meus pés, meu apartamento fica à quinze quarteirões do meu ex-trabalho, o que significa que terei um bom pedaço de asfalto para pecorrer debaixo do sol do meio-dia.
(&,^)/~
Peguei minhas chaves e abri as portas do inferno. Mais uma nota mental: Arrumar o apartamento o mais rápido possível! 
Não sou do tipo de pessoa que têm manias de limpeza, mas tenho que começar a pensar no assunto. Meu apê está um caos, roupas para um lado, embalagens de guloseimas para o outro e assim vai. Se a minha mãe estivesse viva, com certeza diria: "Lumina! Isso lá é jeito de se viver? Como vai arranjar um marido desse modo? Eu quero netos! Mas não quero que eles vivam como porquinhos nesse chiqueiro." 
E eu teria que explicar novamente que me casar não estava nos meus planos, que pra mim essa baboseira de amor verdadeiro é coisa de filmes e blá, blá, blá. Sinto falta dos sermões dela, pelo menos eram melhores que os do pançudo. Argh! Só de pensar nele me dá nos nervos.
Caminho até meu telefone residencial e aperto no botão de mensagens, me jogando no meu precioso sofá:
- Você têm...duas mensagens. - Diz a secretária.
-Obrigada, Renata.
Eu já disse que a voz da Renata, é terrivelmente chata? Se não disse...é! Por isso batizei minha secretária eletrônica de Renata.
-Oi, aqui é a Lumina, no momento eu não estou, então deixe sua mensagem após o sinal. Beep: Oi Lumina, sou eu seu pai. Estou te ligando para te convidar pra jantar sábado a noite, acabei de voltar de viagem com a Liz e queria falar com você. Assim que receber essa mensagem entre em contato. Beijos.
Aperto o botão para a próxima mensagem revirando os olhos. Meu pai foi um idiota e isso eu não tenho dúvida, mas de qualquer forma ele é meu pai e desde a morte da minha mãe quer bancar o paizão presente e protetor. O incrível é que para mim e  minha mãe nunca existia dinheiro, já com Liz parece que acertou no bolão da loteria. Vivem viajando e torrando o dinheiro com jóias e coisas caras. Tenho uma gaveta, ou melhor dizendo, metade de um armário cheio de roupas e sapatos que ele me manda, mas não uso. Acho que finalmente percebeu que foi um completo imbecil e agora resolveu se redimir:
-Oi Luna é o Paul. Sei que você já disse não, mas como diz o ditado quem não chora não mama, não é mesmo? Eu vou estar no Richard's às oito, te espero lá caso você resolva ir.
Vou até meu quarto e me jogo na cama tentando criar forças para entrar no banheiro e tomar um banho quente nesse mundo frio. Sei que se ficar jogada no colchão, provavelmente vou anoitecer do mesmo jeito, então é melhor ir andando. Pego minha toalha e vou me arrastando até o chuveiro. Descalço meus sapatos e tiro minha roupa, entrando na banheira de cabelos presos. Ligo o jato quente, mas ouço um ruído estranho vindo do mesmo, ergo a mão e não cai uma gota se quer:
-Ah, não! Não, não, não, não, não. Isso definitivamente não está acontecendo de novo!
É a terceira vez no mês que meu chuveiro resolve queimar, já gastei uma fortuna com ele e não me adiantou nada! Me recuso a tomar outro banho de água fria. Me embrulho e vou com a minha cara e coragem até a porta da minha vizinha Megan clamando por um banho quente, mas ela não responde. Bato na porta do meu outro vizinho, um senhor de quase oitenta anos, mas também não está, e assim vai, saio batendo de porta em porta mas ninguém dá sinal de vida.
Mas que diabos que em um andar com tantos apartamentos somente um tem gente? E logo aquele bendito apartamento!
Toc-toc!
O que você faz quando abre a sua porta e vê uma garota de toalha na sua frente? Acho que fecharia na mesma hora, mas Cora, minha vizinha fofoqueira e dona do prédio foi um pouco exagerada demais:
- Oi Cora, eu queria perguntar se você poderia...- Cora me olha de cima a baixo. E bum! Ela cai durinha no chão.
-Mãe você tá bem? - Leo pergunta se ajoelhando e dando leves tapinhas no seu rosto -Por que você desmai...- Ele levanta os olhos e dá de cara com minhas pernas - Ata entendi. E aí Lumina? Mas que doce milagre ver você por aqui... - Leo se levanta, largando a mãe no chão e me olha de cima a baixo, parando os olhos ágeis primeiramente no meu busto, depois nas minhas coxas expostas -E nessas condições...-O safado dá um sorriso e me olha novamente.
Se esse idiota continuar a me olhar assim, meu punho será a última coisa que ele verá na vida!
-Meu chuveiro queimou e vim perguntar se você pode me emprestar o seu. - Digo impaciente.
-Que coincidência eu também estava pensando em tomar banho, vamos juntos? - O tarado me lança um sorriso sacana e mostro meu dedo longo e bonito.
- Vai pro inferno, idiota! Prefiro morrer fedendo ou de frio a ficar no mesmo lugar que você!
Dou meia volta e entro no meu apartamento. Ok! Foi uma péssima ideia a minha de pedir para o vizinho o chuveiro emprestado e ainda mais de toalha! 
Derrotada, volto ao banheiro tirando minha toalha. E lá vamos nós de novo! Entro com tudo no jato frio de água e meu sangue simplesmente sai do meu corpo. A água está tão congelante que sou capaz de dizer que meu cérebro virou picolé. Como um gato que foge do banho nos dias de segunda, desligo o chuveiro e corro direto para meu salva vidas, minha lareira. De toalha mesmo sento ao redor do fogo e sinto meu sangue voltar para o corpo vagarosamente.
Por que diabos em tanto lugar para eu ir morar, fui inventar de ir no mais frio que 200 dólares permite uma garota ir? Minha infância foi uma mentira! Pensei que fosse legal viver em um lugar onde se tem gelo quase todos os dias do ano. Muito obrigada filmes!
Depois de estar quente, sigo para meu armário e pego o moletom e calça mais macios que tenho, acompanhados de minha pantufas de ursinho. Já bocejando vou até a cozinha e começo a fazer meu famoso ovo mexido. Amo cozinhar, mas quando se é demitida, acediada, obrigada a entrar em um chuveiro tão frio de doer a alma, não se tem vontade de fazer um banquete e aliás nunca faço banquetes, meu salário mal dava para uma dispensa digna, quanto mais um jantar luxuoso. Por falar em salário, preciso aranjar um emprego com urgência, se Cora descobrir que não tenho emprego e dinheiro pra pagar o aluguel do mês estarei ferdada!
Jogo minha louça na pia e caminho até meu quarto, meu corpo grita por uma cama com cobertores quentes, e não vou negar isso a ele. Me jogo no colchão e dentro de cinco minutos caio num sono profundo. Depois dai não sei se estava sonhando ou alucinado:
Acordo em um lugar bizarro, tudo está escuro como se fosse noite e sinto que estou mais próxima do céu do que é possível, tento andar mas percebo que estou flutuando, que ótimo! Pera aí
...Flutuando?
Começo a correr deseperada no ar como se isso fosse me ajudar a voltar para o chão. Paro de tentar chegar em algum lugar e bufo vencida pela falta de gravidade. Fico apenas flutuando como um balão cheio de ar e observando onde estou. Me encontro a metros do chão que por falar nele é cinza, mas um cinza estranho parecido com o da Lua. Acho que a Lua seria um ótimo lugar para se descrever onde estou. 
Horas parecem se passar em um silêncio infinito. Já quase dormindo, começo a ouvir barulhos, barulhos estranhos que pareciam...pareciam espadas. Me viro na direção da possível luta, o que é um pouco difícil, já que não aprendi a voar com o Peter Pan. Dois homens estão duelando, e não são nada gentis um com o outro. Um deles possui um porte ameaçador, é forte e negro, com uma cicatriz enorme no rosto do lado direito e várias tatuagens brancas com símbolos que não consego decifrar. Já o outro, é totalmente o oposto, é forte, mas não é de dar arrepios na espinha, está bem vestido e sua pele parece brilhar com seus movimentos precisos. O homem ameaçador então acerta o outro duas vezes seguidas, mas o diamante ambulante não deixa barato, dá uma boa rasteira no seu inimigo e aponta sua espada para o rosto do adversário com um semblante vitorioso, mas o mesmo muda completamente ao olhar na minha direção. Olho de volta encarando, não sinto medo ou nada do tipo, pelo contrário sinto que conheço ele de algum lugar. Pude ver seus lábios silabarem: O quê? 
Num momento de descuido ele é jogado no chão da mesma forma que seu inimigo agora pouco. Quero ajudar o podre coitado, então miro bem e jogo minha pantufa de ursinho na direção do homenzarrão, mas ela só faz flutuar no espaço como eu. Fecho meus olhos e com todas as minhas forças desejo que aquele chinelo fofinho acerte o homenzarrão e chamr sua atenção para mim. Assim que abro meus olhos vejo que ele me olhando e minha pantufa está na sua mão. Funcionou? Ele não me olha com confusão como o outro e sim com ira, com indignação. O homenzarrão então tira a espada da direção do que está no chão, que me olhava aflito. O homem negro mira sua lâmina afiada em mim e lança a mesma com precisão. Grito com todas as minhas forças e acordo.
Seja lá o que tenha sido isso, espero nunca mais presenciar essa cena. Estou soando muito e não deixo de ficar surpresa, já que por aqui não tem como isso acontecer. Resolvo tomar outro banho e volto para a cama depois de resfriada, pensando em qualquer coisa, menos no que acabara de ocorrer. Acabei por sonhar com minha mãe, o que foi ótimo.
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