sexta-feira, 27 de março de 2009

Seis Vidas Saídas Do Tempo, de Vitorino de Sousa

TRECHO:
PREFÁCIO

Ao longo da leitura das páginas deste livro, o leitor jamais encontrará a palavra «não»*
A razão dessa ausência baseia-se no facto de ter pretendido dar uma singela contribuição ao encerra-
mento de um longo período de negativdade e proibição, na História da Humanidade.
Como o século XXI decerto será tonificado pela Fraternidade, conviria que, desde já, começássemos a
reorientar o nosso comportamento, interno e externo, nessa direcção, pois a fraternidade é uma condição
essencial para sentirmos a Paz à nossa volta e para salvarmos a Terra. Outra condição básica é recuperar o
reconhecimento da Lei que ensina serem os humanos entidades espirituais em evolução, que descem a
este planeta para se autoconhecerem, ou seja, para evoluírem até reconhecerem a sua verdadeira nature-
za e, consequentemente, se reintegrarem na Luz.
Estamos aqui, agora, já cá estivemos antes e... decerto voltaremos a estar, pois cada um de nós é a
soma das muitas vivências que foi cumprindo ao longo do Rio do Tempo.

Será que os protagonistas das narrativas deste livro terão sido algumas das personalidades que vivi ao
longo das minhas encarnações anteriores?
Bom, uma delas, é de certeza, pois assino-a com o meu nome actual. E as outras?

Seja como for, realidade ou ficção, a personagem central deste livro é uma alma – sempre a mesma!
Expressando-se quatro vezes como homem e duas vezes como mulher, dirige-se ao seu Guia particular no
intuito de estabelecer contacto. A esperança dela é que Ele lhe dispense algumas vertentes da Grande
Verdade, que ela acha serem fundamentais para a sua evolução.

Confessemos, desde já, que nem sempre é bem sucedida. Mas isso pouco importa, porque interessa é
a intenção do contacto e, sobretudo, aquilo a que se aspira!

* - Esta regra foi violada apenas uma vez. Desafio o leitor a descobrir em que ponto do texto isso
acontece; nesse momento, perceberá a excepção.

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