domingo, 28 de maio de 2006

Itinerâncias


Experiências com Letras em Ponta Delgada

Hoje às sete da tarde partimos para Ponta Delgada onde, a convite da Biblioteca Pública, estaremos segunda e terça-feira a realizar o atelier Experiências com Letras.
Quando estivermos de volta daremos conta de mais esta experiência e falaremos do que se passa na Feira do Livro de Lisboa e da sessão dos Livros em Desassossego na Casa Fernando Pessoa.

A ilustração é da Sílvia Moldes.

sexta-feira, 26 de maio de 2006

«Do outro lado do espelho»

Ontem e hoje estive numa Formação com a Prof. Violante Florêncio na Biblioteca Municipal da Amadora, sobre o ensino da literatura até ao 4º ano do 1º ciclo do ensino básico.
Lemos em voz alta variados textos literários, reflectimos sobre o Programa de Ensino do 1º ciclo, no que respeita a leitura, e a prof. apresentou sugestões de trabalho com os textos.

Aprendemos, por exemplo que, se fizermos pausas nos verbos quando lemos em voz alta, isso ajuda a compreender melhor o discurso por parte dos alunos.
Discutiu-se a evolução de abordagem aos contos tradicionais e a sua importância para a familiarização com a linguagem simbólica que constitui o texto literário.
Pudemos observar, igualmente, a importância fonética na escrita para crianças de Sophia de Mello Breyner.
Apesar de considerar que nem sempre conseguimos motivar para a leitura através de textos literários, fiquei convencida de que se a literatura for introduzida 'no berço', e trabalhada desde o Jardim de Infância pode ter sucesso quando fazemos Promoção da Leitura e pode formar leitores de literatura, ou seja, leitores que não esperam facilidades e sentidos óbvios quando se deparam com um texto.

quinta-feira, 25 de maio de 2006

Bibliofilias

Bibliocafés em Santarém

Quando estivemos em Santarém ficámos a conhecer um projecto, promovido pela Biblioteca Municipal de Santarém, iniciado em 2001 pelos estagiários da ESES (Escola Superior de Educação de Santarém), do curso de Animação Cultural e Educação Comunitária.
O funcionamento dos Bibliocafés consiste em colocar 15 a 20 livros, disponíveis para leitura no local ou para requisição domiciliária, nos cinco cafés que aceitaram o desafio de contribuir para a promoção da leitura. Mensalmente assiste-se à substituição dos títulos disponibilizados, garantindo a rotatividade da oferta. Neste momento não existem ainda dados concretos quanto ao número de livros requisitados, mas, de acordo com informação prestada pela Biblioteca, são movimentados cerca de 100 exemplares entre os cinco cafés.
Regularmente, serão realizados eventos como noites de poesia ou conto em cada um dos espaços.
Já em 2006, iniciou-se na Biblioteca de Rio Maior um projecto igual, promovido por estagiários da mesma Escola e do mesmo curso.

A possibilidade de contactar com livros em espaços que, à partida, não têm essa função promove a proximidade entre o leitor e a obra. Os cafés que visitamos hoje em dia cumprem uma função diferente daquela que outros cafés mais antigos propunham. Se antes qualquer café disponibilizava um jornal ou uma revista, criando espaços de discussão espontânea, a presença de livros pode reavivar velhos hábitos e contribuir para desmistificar a desconfiança com que muitas vezes o livro é encarado.

quarta-feira, 24 de maio de 2006

Os Clássicos no ensino

Desta vez não vou comentar, apresentar argumentos, contar experiências.
Quem tiver curiosidade, pode assistir hoje à noite, a partir das 21h30m ao debate sobre a leitura de obras clássicas na escola, na Casa Fernando Pessoa. Participam Clara Ferreira Alves, Vasco Graça Moura e Maria Filomena Mónica. Para além deles vão estar presentes Gonçalo M. Tavares, que vai apresentar o seu novo livro Água, cão, cavalo, cabeça (Ed. Caminho) e, espera-se, um editor que deverá confessar quais os livros que saíram este mês noutras editoras e que gostaria de ter sido ele a editar.
Estes encontros ocorrem todas as últimas 5ªs feiras de cada mês, sendo esta a terceira sessão. Com a moderação de Carlos Vaz Marques, Livros em Desassossego promove discussões temáticas em torno dos livros, da leitura, do comércio livreiro, da edição, da literatura e dos estudos literários. Porque, apesar de tudo estar ligado, não deve ser indissociável.
Vou tirar umas notas.

A leitura em voz alta pode ser recreativa?


Hoje decorreu mais uma sessão da comunidade de leitores «Quem disse que não gostamos de ler?». O projecto da Biblioteca Municipal da Amadora, que foi apoiado pelo Serviço de Apoio à Leitura da Fundação Calouste Gulbenkian, está em curso desde Janeiro em seis escolas EB 2/3 do Concelho. Já estamos na 6ª sessão, e a próxima, em meados de Junho, será a última. A experiência tem sido muito gartificante para mim, enquanto animadora dos grupos, porque com o tempo apercebo-me das idiossincrasias de cada universo, das cumplicidades criadas, e das motivações individuais e colectivas.
Quando o projecto arrancou, propus-me tentar que todos lessem em casa seis livros, ao longo destes seis meses. Nas sessões, comentaríamos as leituras e lançar-se-iam os novos volumes através de exercícios de motivação. Acontece, porém, que muitos dos exercícios não se realizaram conforme o programado, e muitas vezes os comentários aos livros lidos reduziram-se a cinco ou dez minutos de generalidades: 'muito chato', 'não se percebe nada', 'gostei muito', 'é fixe mas o outro era melhor'...
Com o tempo, fui percebendo que tinha de ceder aos interesses e desejos de cada grupo, no sentido de criar um ambiente mais afectivo do que pedagógico ou até didáctico. Na Manuel de Melo, por exemplo, acontece uma coisa curiosa: sempre que há um novo livro, todas querem lê-lo, na sessão, em voz alta.
Inicialmente, resisti. Porque a leitura em voz alta, sem preparação, não permite a compreensão por parte de quem lê. E também porque as leitoras nem sempre conseguem manter o ritmo do texto, enganam-se nas concordâncias e até nas palavras. Mas depois percebi que esta motivação podia ser uma forma de as ajudar a ler melhor em voz alta, e também de as ajudar a prestar atenção à leitura umas das outras. Hoje estivemos a ler, nos últimos 15 minutos da sessão, o 1º capítulo de Uma argola no umbigo. E todas se corrigiram. Eu também li, de forma a marcar o ritmo e enfatizar expressões humorísticas que são frequentes na escrita de Alexandre Honrado.
Embora o mais importante para elas seja poderem ler e não o conteúdo do que estão a ler, tive a prova de que com este grupo, o exercício funciona. Um outro livro que faz parte do projecto e que elas leram foi Dentro de mim, de Ana Saldanha. A propósito das personagens, falei-lhes de um outro livro da autora, Escrito na parede. Pediram-me para o levar e lemos o início em voz alta. Apesar de não termos continuado a leitura do livro, hoje falaram-me dele, de que gostariam de o ler. Ora, o contacto que tiveram com ele foi só através da leitura em voz alta.
Por isso, embora não seja defensora deste recurso quando o objectivo é o treino da leitura ascendente, que obriga a uma grande concentração para identificar e relacionar todas as ideias, personagens e linguagem do texto, sei hoje por experiência própria que quando se trata de leitura recreativa e de motivação, temos de respeitar os desejos dos adolescentes e experimentar com eles todos os recursos disponíveis.

domingo, 21 de maio de 2006

Revista da Equipo Peonza

A Equipo Peonza tem um longo catálogo de revistas disponível na net, por onde podemos percepcionar a sua linha de abordagem à Promoção da Leitura e até encontrar sugestões de actividades de leitura e escrita para desenvolvermos em sala de aula ou ateliers de leitura.
Finalmente, e embora em castelhano, encontramos igualmente listas de livros infanto-juvenis subordinados aos mais variados temas.
Fica o link e uma bela capa, só para abrir o apetite.

A propósito da Bibliomala

Equipo Peonza

A ideia de fazer circular malas com livros pelas escolas EB 1 do Concelho de Arouca recorda-me uma formação dada por professores da Equipo Peonza, que eu e o Sérgio frequentámos em 2003. Estes professores deram-nos a conhecer as actividades de Promoção da Leitura que vinham desenvolvendo no seu contexto profissional e que visavam a presença constante da leitura ao longo do ano.
Partindo de efemérides ou iniciativas temáticas os professores organizam exposições, museus ou maratonas literárias em que os alunos colaboram com textos escritos por eles, objectos que compõem o imaginário sobre o tema, ou com leituras e declamações treinadas no espaço da aula.
Por si só estas iniciativas não parecem especialmente criativas, mas tal como acontece com a bibliomala, o seu sucesso depende das expectativas que conseguimos criar nas crianças e na forma como as envolvemos no projecto.
Muitas vezes, trabalhar motivos como o circo, a paz, a diversidade cultural ou simplesmente o Inverno estimula os alunos para os assuntos e os livros tornam-se mais uma forma de matar curiosidades, de partilhar informação privilegiada que, como acontece com as preciosas malinhas, chega sempre primeiro a uns que outros.

segunda-feira, 15 de maio de 2006

Bibliofilias

Bibliomala em Arouca

Ainda no Concelho de Arouca, tomámos conhecimento de um outro projecto direccionado para as escolas do 1.º Ciclo e Jardins de Infância. De nome Bibliomala, consiste em colocar nas salas de aula pequenas malas de madeira que, depois de abertas, se transformam em prateleiras com 20 a 25 livros. Cada livro pode então ser manuseado, folheado, lido no espaço da escola ou requisitado para posterior leitura em casa. Mensalmente, cada mala é substituída por outra garantindo assim a rotatividade dos títulos disponíveis. Numa 1.ª fase começaram a circular 29 malas destinadas ao Agrupamento de Escariz. Hoje, cumpridas as 2.ª e 3.ª fases do projecto, existem mais 37 malas que vão percorrendo o Agrupamento de Arouca.
Desta circulação de livros vão, espera-se, nascendo novos leitores para quem o livro passa a ser o "bichinho" que com eles partilha a sala de aula.

domingo, 14 de maio de 2006

Bibliofilias


Bibliomóvel em Arouca

Em Arouca uma carrinha da Biblioteca percorre as escolas EB 1 e Jardins de Infância do Concelho para disponibilizar livros e outros suportes (cds, dvds, vídeos e revistas). Chama-se Bibliomóvel. A prof. Ester contou-nos que a carrinha tem dia marcado em cada local e as pessoas esperam por ela com entusiasmo. Embora se dirija ao público mais jovem, que não tem meios próprios para se deslocar à Biblioteca Municipal, os adultos (professores, educadores, funcionários e pais) aproveitam da melhor forma este serviço de leitura que a Biblioteca oferece.
A escolha do público alvo é neste caso muito interessante. O momento da chegada da carrinha é vivido com ansiedade pelas crianças, que já sabem quando vem e por ela esperam como um acontecimento que quebra a rotina e lhes permite sempre ver e explorar o espaço e os conteúdos da carrinha. Os adultos aderem à iniciativa, inicialmente na sua condição de mediadores, mas muitas vezes acabam por se interessar por alguns títulos que requisitam para si.
Este plano conjunto aproxima as crianças e os adultos numa experiência conjunta. A requisição obedece aos mesmos critérios que na Biblilioteca Municipal, mas a relação torna-se mais pessoal, o que permite que se peçam livros concretos e se troquem, no Bibliomóvel, opiniões acerca da leitura.

sexta-feira, 12 de maio de 2006

BD no ensino

Estava a fazer uma visitinha ao Beco das Imagens e deparei-me com um link para um artigo da Clara Botelho sobre a Banda-Desenhada no ensino, no qual traça o perfil de como a BD é deturpada nas suas valências para servir de isco a conteúdos vários. Mas não só. A autora apresenta propostas de trabalho com a BD, para que não se perpetuem os preconceitos e o desrespeito pela 9ª arte, ainda por muitos considerada como inferior.
Já agora, vale a pena espreitar o site da ilustradora Carla Pott, sugerido no Beco.

quinta-feira, 11 de maio de 2006

Elmer e Leonor II

A leitura de Elmer e Rosa foi ocupando a noite de ontem. Assim que o Sérgio lhe deu o livro, a Leonor pediu a uma das tias que lho lesse. Tranquilamente, assim foi. A Leonor foi acompanhando a leitura, vendo as ilustrações e as manchas gráficas em cada página. Depois, pediu ao Sérgio que lhe lesse outra vez a história, o que voltou a acontecer. Desta vez, o Sérgio foi-lhe fazendo algumas perguntas que ajudavam na compreensão da ideia principal do texto. Embora tivesse pedido para que o tio lhe lesse o livro novamente, a Leonor ainda se lembrava da história. Já no fim da noite, foi a vez do outro tio.
Embora com quatro anos as crianças já não estejam tão vincadamente na fase da repetição, a escolha repetitiva do mesmo livro para a leitura em voz alta é muito comum. Porque a fronteira entre imaginação e memória ainda não é clara, as crianças desejam repetir o prazer que sentem. E com os livros devemos respeitar os desejos de repetição das crianças, porque esta recorrência permite à criança redescobrir o livro, e criar com ele uma relação afectiva mais rica. Poder partilhar a mesma leitura com pessoas diferentes é uma forma de estabelecer cumplicidades com cada um, bem como receber a mesma história com estímulos diferentes, no que concerne a entoação, a expressividade e os estímulos para a leitura.
Vou perguntar à mãe da Leonor se entretanto ela lhe voltou a pedir para ler o Elmer.

Elmer e Leonor I

Ontem, quando a Leonor entrou cá em casa, perguntou imediatamente ao tio: «O meu livro?»
O tio não se tinha esquecido. Ofereceu-lhe Elmer e Rosa, de David Mckee. Elmer é um elefante muito especial porque a sua pele tem muitas cores. Já o seu primo Alber tem quadradinhos pretos e brancos. Nesta história, Elmer e o seu primo conhecem Rosa, uma elefantinha também ela muito especial, porque é cor-de-rosa. E todos ficam surpreendidos com as diferenças físicas com que se deparam.
Este álbum, bem como os restantes que integram a colecção, comprova que a simplicidade pode promover, sem que tal pareça forçado, ideias ou valores como (neste caso) o da aceitação e gosto pela diferença.
David Mckee é um autor importante no universo dos álbuns ilustrados, nos quais é responsável quer pela ilustração, quer pelo texto. Em Portugal, podemos encontrar as suas obras editadas na Caminho e na Gatafunho.

terça-feira, 9 de maio de 2006

SAL - Serviço de Apoio à Leitura

O Serviço de Apoio à Leitura do IPLB apresenta-se como um instrumento de orientação à leitura e às práticas de indução ao prazer de ler. Dirigido aos mediadores de leitura que trabalham junto do público infanto-juvenil, nomeadamente professores, bibliotecários e pais, apresenta sugestões de leitura divididas por temas ou por grupos etários. A informação fica completa com uma pequena ficha de apresentação de cada obra proposta.
Uma visita, sem dúvida, obrigatória.

segunda-feira, 8 de maio de 2006

Visita a Arouca


A nossa viagem a Arouca correu bem. O atelier realizou-se com uma turma do 5º ano, na Biblioteca da Escola Básica 2,3 de Escariz, uma freguesia rural do concelho. O grupo de 26 alunos trabalhou muito e bem. Estivemos reunidos mais de duas horas seguidas, na parte da manhã, e retomámos a seguir ao almoço, pelas 14h 45m, até às 16h30m. Apesar do cansaço, mantiveram níveis de concentração e produção muito positivos e por isso realizámos todas as actividades a que nos tínhamos proposto, o que nem sempre acontece.

Nota mais para o Exercício das Metades: cada aluno recebe metade de um conto, devendo, após a leitura, encontrar a outra metade que alguém no grupo terá. Em seguida os pares lêem a sua parte ao colega, em voz alta, de forma a que ambos conheçam a totalidade da história. Para além de todos terem lido em silêncio o texto que lhes entregámos, também os pares respeitaram a leitura uns dos outros.
O que mais gosto neste exercício é a forma como cada leitor escolhe as pistas que considera importantes quando interage com os outros, no sentido de encontrar o par. Por exemplo: «tens alguma feiticeira no teu texto?» Espontaneamente, os alunos elegem a informação que consideram mais importante, seja ela a caracterização de personagens, um lugar, uma acção. Claro que esta actividade não é válida por si só, mas pode ajudar o professor a percepcionar dificuldades ao nível da localização da informação, da identificação da ideia principal, da distinção entre essencial e acessório, ou mesmo da caracterização de personagens ou espaços. Para além disso é uma actividade em que a liberdade com que cada um age o liberta da pressão de acertar ou falhar perante o grupo e o professor.

Em contrapartida, o exercício que, na minha opinião, correu menos bem foi o Elemento Estranho ao Poema. Aqui os grupos tiveram dificuldades em intuir por si quais os versos que não pertenciam aos poemas, mas o facto de ter sido este o último exercício do dia não ajudou.
Contudo, foi importante o contacto que puderam ter com os poemas, a rima e alguns breves conceitos como verso e estrofe, já que a professora de português está a começar a trabalhar este género literário nas aulas.
O grupo é bom, muito disciplinado (o que normalmente acontece com grupos menos urbanos), muito trabalhador, mas talvez (ainda?) pouco perspicaz. O que lhes falta é provavelmente fruto do isolamento em que se encontram ainda tantos concelhos. Apesar dos esforços que alguns agentes educativos e culturais desenvolvem para o contrariar.

quarta-feira, 3 de maio de 2006

Itinerâncias

Experiências com Letras em Arouca


Estamos de partida para Arouca, onde vamos dar um atelier de promoção da leitura a uma turma do 5º ano, no âmbito da Carteira de Itinerâncias do IPLB. Este atelier foi concebido como uma breve apresentação das várias actividades que desenvolvemos com o livro e a leitura. Assim, realizaremos duas sessões de 2 Horas cada.
No regresso daremos conta de como correu.
Por agora, fica a ilustração que a Sílvia Moldes fez para o projecto.

11.ª Edição do Sementes

O Sementes - Mostra Internacional de Artes para o Pequeno Público terá lugar entre 18 de Maio e 11 de Junho, com um dia de programação especial a 1 de Junho - Dia Mundial da Criança, no Parque da Paz em Almada e no Centro Cultural da Malaposta em Odivelas.

Das diversas manifestações artísticas presentes no evento, destacam-se espectáculos nas áreas do Teatro, Marionetas, Música, Circo, Dança, Exposições de Artes Plásticas, Cinema de Animação e uma Mini-Feira do Livro Infantil e Juvenil. Como vem sendo hábito, abrindo espaço à formação e à reflexão, realizam-se várias oficinas para as crianças e terá lugar um Seminário sobre Arte, Educação e Sociedade para artistas, pais, educadores, professores e público em geral.
Um ponto de encontro para promover a discussão sobre temas para os quais os mediadores de leitura (pais, educadores e professores) muitas vezes não encontram respostas.

A organização da Mini-Feira do Livro conta com o apoio da Livraria Pequeno Herói, responsável pelas exposições de artistas plásticos e pelas Histórias da Pinta Sol, contos narrados aos mais pequenos.

A edição deste ano é organizada pelo Teatro Extremo em parceria com o Centro Cultural da Malaposta e conta com o apoio da Câmara Municipal de Almada, Câmara Municipal de Odivelas, Juntas de Freguesia do Concelho de Almada, Região de Turismo da Costa Azul, Embaixada de Espanha e de outras Entidades Públicas e Privadas.

O programa completo será apresentado a 5 de Maio, às 21.30 Horas, na Sala do Teatro Extremo (Rua Serpa Pinto, 16 - Almada). Mais informações
aqui.

Sérgio